Uma janela aos quadrados. Contemplo o que está lá fora, a natureza e os parasitas artificiais. Tento compreender, mas estou longe. Vejo apenas uma porção que me convida para a incógnita, por entre cubos de vidro que me envergonham e contêm.
Estou aqui outra vez. Triste, não pela minha realidade mas, pela minha falta de vontade. Uma janela aos quadrados e uma parede de terra e rocha. Tira-me de mim e salva o que resta. Não quero ser cúmplice do meu fim.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
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