São os traumas que nos permitem viver em sociedade, que nos educam e limitam. As pessoas falam de traumas de infância, acontecimentos traumatizantes da sua vida, fobias e demais experiências, muitas vezes esquecendo-se que são frutos de um crescimento traumatizante. O cérebro cria novas ligações, novos caminhos no nosso labirinto. São como feridas que nos marcam e limitam o que fazemos e não fazemos. Dizem que crescemos, que aprendemos, maturidade e tal, que patetice... somos é tontos que nem tontos. A minha traumatizante caminhada leva-me a pensar que tratam-se de feridas, de coisas que não esquecemos. Algumas percepcionamos como bom e outras como mau, porque a percepção das coisas nos baralha. Enquanto isso, vamos vivendo em sociedade, em feliz negação, e com a convicção que o vizinho do lado é que está errado.
Inventamos nomes para as coisas, definições para o que somos. Vivemos convictos que acertamos em cheio, que somos diferentes dos outros animais.
A racionalidade é a nossa melhor invenção. Os outros animais não a têm, dizemos nós, sem nos apercebermos que o simples conceito de racionalidade é de nossa autoria, e talvez o nosso maior defeito.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Matemática...
Uma janela aos quadrados. Contemplo o que está lá fora, a natureza e os parasitas artificiais. Tento compreender, mas estou longe. Vejo apenas uma porção que me convida para a incógnita, por entre cubos de vidro que me envergonham e contêm.
Estou aqui outra vez. Triste, não pela minha realidade mas, pela minha falta de vontade. Uma janela aos quadrados e uma parede de terra e rocha. Tira-me de mim e salva o que resta. Não quero ser cúmplice do meu fim.
Estou aqui outra vez. Triste, não pela minha realidade mas, pela minha falta de vontade. Uma janela aos quadrados e uma parede de terra e rocha. Tira-me de mim e salva o que resta. Não quero ser cúmplice do meu fim.
domingo, 14 de setembro de 2008
sábado, 6 de setembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Um momento profundo...
Por vezes questiono-me sobre a minha existência. Será que a internet é redonda? Haverá vida offline? Que fazemos aqui? Quem sou eu?
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